segunda-feira, 31 de maio de 2010

Não, não era amor
O que me dizia seu olhar.
As verdadeiras promessas de seus lábios
Eram apenas de um momentâneo gozo...
De uma momentânea morte.

Vestimos a luxúria com a poesia
E demos à ela o nome de amor.

Dói o coração o olhar ao passado,
Perceber que tudo não passou de um auto-engano...
Mútuo.
Um sonho sonhado a dois
Uma mentira em cumplicidade.

Não, não era amor
Não era amor
Não era,
Meu amor...

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Chorar com uma verdade,
Sorrir com uma mentira.
Qual a diferença?

Sei bem onde está a virtude,
Por favor, mostre-me a felicidade.

2 comentários:

  1. Fran. Acho que sei do que se trata.!
    Sabe oq imaginei agora.?!
    Sabe quando a gente ficava na aula de literatura tentando interpretar oq o autor queria dizer, que tinhamos que pensar na vida dele, nas hitorias pra tentar compreender.
    Tenho certeza que um dia alunos tentarão te interpretar. E terá uma "Fran" como tinhamos vc para sempre consiguir entender oq queria dizer.!

    Amiga obrigada por sempre passar no fotolog e dar aquela força, me faz tao bem ler seus comentes.! Vc nem pode imaginar.! Obrigada
    AMO Vc... sempre.! BjoO.

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  2. Os doi escritos desta pagina, para mim, refletem o que muitos sentem ao se deperarem com uma paixão repentina e forte o suficiente para nos cegar, criamos a imagem perfeita para o individuo a nosa frente e quando percebemos a verdade, não agimos da maneira correta, colocamos a culpa na explosão de sentimentos, culpamos ao outro mas na verdade a imagem fomos nós mesmo que criamos junto com a nevoa que deturpou nosso modo de ver a realidade, a mesma nevoa que insistimos em colocar a nossa frente para poder-mos viver uma fantasia de amor.

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