Não, não era amor
O que me dizia seu olhar.
As verdadeiras promessas de seus lábios
Eram apenas de um momentâneo gozo...
De uma momentânea morte.
Vestimos a luxúria com a poesia
E demos à ela o nome de amor.
Dói o coração o olhar ao passado,
Perceber que tudo não passou de um auto-engano...
Mútuo.
Um sonho sonhado a dois
Uma mentira em cumplicidade.
Não, não era amor
Não era amor
Não era,
Meu amor...
-----------------------------------------------------------------------------
Chorar com uma verdade,
Sorrir com uma mentira.
Qual a diferença?
Sei bem onde está a virtude,
Por favor, mostre-me a felicidade.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
A T.
Nunca sei dar títulos, sei lá, eles sempre me pareceram uma imposição, e eu feliz ou infelizmente não consigo me impor, pelo menos não com muito êxito; confesso, admiro até quem consiga.
Mas, ah! Ela merece um esforço maior de minha parte.
Ela...
Quando penso nela por vezes me vêem a imagem de uma mulher fumando um longo cigarro(não que goste de cigarros, ao contrário), lendo seu jornal em uma confeitaria e usando calças, em plena década de 20! Outras vezes, ela se mostra em minha mente em um longo vestido vermelho, dançando tango... Ou então, em um curto vestido vermelho (sim, sempre vermelho) dançando flamenco em algum famoso cabaré, atendendo pelo nome de Consuelo...O sangue latino a lhe saltar por todas as veias!
Ela...
Ela que me faz chorar e sorrir com uma palavra, que desvenda o meu mundo com um simples olhar...
Ela a quem desejaria elevar os mais ardentes cânticos de minha alma e só consigo presenteá-la com medíocres palavras desconexas...
Ela...sempre ela...
Ela e a sua ausência nunca totalmente presente
Ela e a sua presença que embora ausente é sempre sentida
Ela que é sábia quando confessa não sê-la,
Que é bela mesmo quando o espelho a desmente,
Que é perfeita em sua imperfeição...
Ela...por quem canto.
Ela...a quem amo.
Sempre.
Nunca sei dar títulos, sei lá, eles sempre me pareceram uma imposição, e eu feliz ou infelizmente não consigo me impor, pelo menos não com muito êxito; confesso, admiro até quem consiga.
Mas, ah! Ela merece um esforço maior de minha parte.
Ela...
Quando penso nela por vezes me vêem a imagem de uma mulher fumando um longo cigarro(não que goste de cigarros, ao contrário), lendo seu jornal em uma confeitaria e usando calças, em plena década de 20! Outras vezes, ela se mostra em minha mente em um longo vestido vermelho, dançando tango... Ou então, em um curto vestido vermelho (sim, sempre vermelho) dançando flamenco em algum famoso cabaré, atendendo pelo nome de Consuelo...O sangue latino a lhe saltar por todas as veias!
Ela...
Ela que me faz chorar e sorrir com uma palavra, que desvenda o meu mundo com um simples olhar...
Ela a quem desejaria elevar os mais ardentes cânticos de minha alma e só consigo presenteá-la com medíocres palavras desconexas...
Ela...sempre ela...
Ela e a sua ausência nunca totalmente presente
Ela e a sua presença que embora ausente é sempre sentida
Ela que é sábia quando confessa não sê-la,
Que é bela mesmo quando o espelho a desmente,
Que é perfeita em sua imperfeição...
Ela...por quem canto.
Ela...a quem amo.
Sempre.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Meu amor!
Ontem a lua estava tão bela.
Em meio à escuridão reinante,
Ela brilhava majestosa!
As estrelas envergonhadas,
Frente ao seu esplendor,
Esconderam o seu agora ínfimo brilho.
Todo o resto era treva.
E então a lua ficou só, bela, altiva, majestosa e só.
Ah! Meu amor!
A lua estava tão bela!
Nunca fui de amar a lua,
Ela sempre me pareceu uma impostora, uma ladra!
Roubando a luz das estrelas
E a escuridão da noite...
Ontem foi diferente,
Ontem ela tinha luz própria,
Um brilho que ofuscava sem, no entanto, diminuir a escuridão em derredor.
Pensei em certas pessoas,
Que brilham sozinhas em meio às trevas do mundo,
Sempre sozinhas, sempre tão forte...
Porém sem poder mitigar as trevas que as rodeiam.
E a lua então me pareceu tão bela.
Acho que me apaixonei.
Hoje, assim que o sol se foi,
Meus olhos aguardaram ansiosamente por ela,
Pouco a pouco a escuridão foi surgindo,
E com ela a pálida luz da cidade,
O distante brilho das estrelas,
E ela, minha amada lua...
Mas não era a lua de ontem,
Era a mesma lua ladra e impostora dos outros dias.
E me pergunto?Qual será sua verdadeira face?
Devo aceitá-la assim?
Ou esperar que a outra um dia se mostre novamente?
Não sei...
Só sei que ontem a lua estava tão bela...
E que foi bom enquanto no céu ela brilhou
Bela, altiva, majestosa e só.
30/03/2010
Ontem a lua estava tão bela.
Em meio à escuridão reinante,
Ela brilhava majestosa!
As estrelas envergonhadas,
Frente ao seu esplendor,
Esconderam o seu agora ínfimo brilho.
Todo o resto era treva.
E então a lua ficou só, bela, altiva, majestosa e só.
Ah! Meu amor!
A lua estava tão bela!
Nunca fui de amar a lua,
Ela sempre me pareceu uma impostora, uma ladra!
Roubando a luz das estrelas
E a escuridão da noite...
Ontem foi diferente,
Ontem ela tinha luz própria,
Um brilho que ofuscava sem, no entanto, diminuir a escuridão em derredor.
Pensei em certas pessoas,
Que brilham sozinhas em meio às trevas do mundo,
Sempre sozinhas, sempre tão forte...
Porém sem poder mitigar as trevas que as rodeiam.
E a lua então me pareceu tão bela.
Acho que me apaixonei.
Hoje, assim que o sol se foi,
Meus olhos aguardaram ansiosamente por ela,
Pouco a pouco a escuridão foi surgindo,
E com ela a pálida luz da cidade,
O distante brilho das estrelas,
E ela, minha amada lua...
Mas não era a lua de ontem,
Era a mesma lua ladra e impostora dos outros dias.
E me pergunto?Qual será sua verdadeira face?
Devo aceitá-la assim?
Ou esperar que a outra um dia se mostre novamente?
Não sei...
Só sei que ontem a lua estava tão bela...
E que foi bom enquanto no céu ela brilhou
Bela, altiva, majestosa e só.
30/03/2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Querido Johnny...
Eu não sei o nome de seus pais, não sei em qual cidade nasceu nem o nome de sua primeira namorada. Desconheço a data do seu nascimento e sua cor favorita, tampouco sei qual são suas aspirações políticas e religiosas.
Só sei que meu coração aperta apenas com a idéia de vê-lo, que suspiro com cada gesto seu.
Meu Edward,
Capitão Jack,
Don Juan,
Willy Wonca,
Sweenwy Todd,
Victor Van Dort,
Chapeleiro Maluco...
Meu amor multifacetado e incompreensível, que torna minhas noites de solidão mais belas...
Só sei que meu coração aperta apenas com a idéia de vê-lo, que suspiro com cada gesto seu.
Meu Edward,
Capitão Jack,
Don Juan,
Willy Wonca,
Sweenwy Todd,
Victor Van Dort,
Chapeleiro Maluco...
Meu amor multifacetado e incompreensível, que torna minhas noites de solidão mais belas...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Um beijo! Apenas um beijo lhe peço!
Um beijo para esquecer...
Um beijo para recordar...
O futuro que não virá.
O passado que já foi.
Pousa a mão em meu colo
Feche meus olhos com seus lábios
Aperte-me forte em seu peito
Uma vez mais apenas...
Ao menos mais uma vez.
Ah porvir, por que mentiu?
Ah esperança, por que ser tão falsa?
Sagrado amor, por que ser tão cruel?
O amanhã não veio,
O ontem já foi,
O hoje é tão vazio e frio...
Quando virá criança, aquece-lo com o seu sorriso?
É tão grande o espaço em meu leito,
Quando virá preenchê-lo com seu amor?
Um beijo criança,
Apenas um beijo.
E então poderei fechar os olhos...
E finalmente dizer adeus.
30/03/10
Um beijo para esquecer...
Um beijo para recordar...
O futuro que não virá.
O passado que já foi.
Pousa a mão em meu colo
Feche meus olhos com seus lábios
Aperte-me forte em seu peito
Uma vez mais apenas...
Ao menos mais uma vez.
Ah porvir, por que mentiu?
Ah esperança, por que ser tão falsa?
Sagrado amor, por que ser tão cruel?
O amanhã não veio,
O ontem já foi,
O hoje é tão vazio e frio...
Quando virá criança, aquece-lo com o seu sorriso?
É tão grande o espaço em meu leito,
Quando virá preenchê-lo com seu amor?
Um beijo criança,
Apenas um beijo.
E então poderei fechar os olhos...
E finalmente dizer adeus.
30/03/10
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